
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Sinopse do Enredo de 2009
25 anos de história e garra
Vamos apresentar um breve historial da nossa Escola de Samba.Sesimbra, como sabemos,é a única terra portuguesa que tem a estruturado carnaval brasileiro, mas especificamente carioca.Apesar da pequena população,existem 5 Escolas de Samba e 3 GruposCarnavalescos.O"burburinho" do carnaval a partir de Dezembro é impressionante.Aemoção e a entrega são incríveis. Por quê? Ninguém sabe...Só se sabe éque há muito tempo atrás apareceu um bloco de carnavalchamado"Cheirinhos da Fossa",e partir daí Sesimbra nunca mais parou...
Abaixo,um trecho retirado do site http://www.c.carnaarnaarnavvvalsesimbralsesimbralsesimbra.ca.ca.com/2007/defaultom/2007/defaultom/2007/default.html.html.html.htmlsobre a história doCarnaval de Sesimbra:"...O Carnaval como nós o encaramos hoje, e segundo uma perspectiva cristã,é um tempo que permite o divertimento licencioso e folgazão de todosos grupos sociais...Carnaval também é sinónimo de Entrudo,tendo sido registrado porD.Afonso III em 1252,"Entrudo" que deriva do latim"introitu", querdizer,começo ...é portanto o introito à Quaresma Cristã,sentido que se sobrepôs ´àsfestividades pagãs que assinalavam o início de um novo cicloagrário."in"As escolas de Samba no Carnaval de Sesimbra",CMS 1997.
Avivência do Carnaval tem uma grande tradição em Sesimbra,quer nas maispequenas manifestações populares de índole satírica comoas"cegadas"e"cavalhadas",quer nos bailes nocturnos que váriascolectividades organizaram desde finais do séc.XIX,levando para asruas centenas de pessoas que se fantasiam de acordo com o seu gosto eimaginação.Após o 25 de Abril alguns dos grupos que frequentavam os bailescomeçaram a organizar-se e surgiram as primeiras Escolas de Samba quedesfilavam na avenida na terça-feira Gorda.Desde então,todo o trabalho à volta das Escolas de Samba foi evoluindo e estes grupos tornaram-seem associações de índole não só cultural como social.O trabalho éfeito ao longo do ano.As fantasias que vestem no desfile têm umahistória,têm um moroso trabalho por detrás.Depois de escolhido o tema,há toda uma pesquisa rigorosa para que nada falhe.Por isso,como dizem os elementos das Escolas "descansamos na quarta-feira,após o Carnaval e um dia depois começamos a pensar e a trabalhar parao ano seguinte".O papel social que têm exercido é também premente.São centenas de jovens que encontram na Escola de Samba o seu ponto deencontro e aprendem música,dança e a experiência de vida dos maisvelhos.Actualmente as Escolas desfilam no domingo e na terça-feira levandopara a avenida (no total das Escolas e Grupos) cerca de 1500 elementos.No entanto, o programa de Carnaval é mais extenso: começa com osdesfiles dos Estabelecimentos de Ensino do concelho, na 6ªfeira, nosábado sai para a rua o grupo feminino"Tripa Mijona" e nasegunda-feira,o Desfile de Palhaços – enche a vila de cor e alegria.Na quarta-feira de cinzas,o enterro do Bacalhau assinala o culminar doperíodo de folia.
Durante estes dias, as Cegadas percorrem algumas dasaldeias com a sua crítica satírica sempre bem ensaiada. Sesimbra viveo Carnaval 24 horas por dia,com alegria,cor,muita animação e com umaarte de bem receber que atrai milhares de turistas todos os anos.
É aqui que está a Escola de Samba mais antiga de Portugal:"GRES Botano Rego",que fez em 2001,bodasde prata. Nós aparecemos com o nome "Pérolas do Samba" em 1984.Uma escola familiar, pequena e com algumas dificuldades.Assim foi até 1997, quando mudou a presidência da Escola para umaprofissional de música:Profª Teresa Cláudio. Uma das poucas (senão a única), directoras debateria do mundo,de nacionalidade portuguesa. A Escola de Samba deu uma reviravolta,entraram novos elementos, e passou a ser lembrada pela sua baterianota 10.A única escola de Sesimbra com um toque brasileiro na sua bateria. A garra, oswing, a marcação de surdo e contra-surdo fizeram a diferença...Foram dois anos espectaculares: 1998 e 1999.Em 2000, mudamos o nosso nome para: GRES DÁ QUE FALAR.Aconteceram alguns problemas internos e tivemos dois anos seguidos complicados:2000 e 2001. Houve uma alteração na Presidência, ficamos comalguns problemas financeiros, mas conseguimos dar a volta por cima.Em 2002 conseguimos recuperar muitos elementos,saimos com um enredoorganizado (Da Uva ao Vinho), a bateria no seu melhor, e conseguimosum bom desfile.A partir daí, passamos por altos e baixos como qualquer Escola de Samba,mas sempre com muita garra e entrega.Temos um número de elementos durante o carnaval que varia entre 100 e150 desfilantes normalmente, tendo em alguns anos chegado a 200pessoas.
A seguir os nossos enredos mais importantes:
1998 – As Pérolas em mares nunca dantes navegados
1999 – E o Brasil descobriu Portugal…
2000 – E o lixo do Século... Para onde vai?
2001 – Dá que Falar
2002 – Da Uva ao Vinho
2003 – Carnaval Baiano, e vai rolar a festa…
2004 – Esta é a minha Escola!
2005 – Carmen Miranda - Portuguesa de nascimento, Brasileira de coração
2006 – Martinho das duas Vilas
2007 – A Fauna e a Flora brasileira
2008 – 100 anos de Imigração Japonesa no Brasil
Roteiro do Desfile - 2009
Vamos fazer um desfile representando os nossos melhores anos,com as Alas divididas da seguinte maneira:
• COMISSÃO DE FRENTE – Retrospectiva
• ALA MISTA I – Pérolas do Samba
• PASSISTAS - Luxo
• PORTA-BANDEIRA E MESTRE SALA - Dá Que Falar
• ALA MISTA II - Notas Musicais
• CANTORES – Espectáculos de Gala
• BATERIA - O Coração do Samba
• DESTAQUES
• PORTA-BANDEIRA E MESTRE SALA II - Pérolas do Samba
• BAIANAS - 25 anos de Carnaval
sábado, 29 de novembro de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Carnaval de Verão
Vai-se realizar no dia 26 de Julho de 2008, pelas 22 horas, o Carnaval de Verão.
Ensaios da Bateria vão começar, aparecam na sede para mais informações.
Divirtam-se
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
sábado, 9 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Carnaval 2008
Após o resultado de muita pesquisa, descobrimos que em 2008 será comemorado o Centenário da Imigração Japonesa para o Brasil, no dia 18 de Julho de 2008.
Inspiramo-nos neste tema para pintar um quadro de cores e formas, de lutas e perseverança que dispensam qualquer comentário, basta um olhar sobre a trajectória deste povo para que possamos certificar da vasta abrangência dos aspectos culturais, sociais e económicos trazidos para o mundo ocidental e em especial para o Brasil.
Sinopse
A história tradicional da civilização costuma salientar o relato das regras, conquistas revoluções salientando as aventuras dos monarcas e guerreiros mais afamados, pela vitalidade impetuosa e pelo êxito das suas conquistas, passando para segundo plano os factos essenciais da história humana, os quais constituem a vida de um povo, os sistemas culturais a economia, as artes e as ciências, os costumes, o direito, a moral, a religião, a concepção do mundo e a sua filosofia, os anexos individuais e colectivos.
Uma das riquezas do Brasil é ter um quase inesgotável mosaico étnico e cultural apoiado num sólido processo de imigração. Este recente produto leva-nos ao desenvolvimento deste Enredo considerando a formação deste mosaico a presença nipónica em solo brasileiro.
Com o fim da Primeira Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes japoneses para o Brasil cresceu enormemente. O governo japonês passou a incentivar a ida de japoneses para o Brasil, por diversos motivos: o campo e cidades japonesas estavam superlotados, causando pobreza e desemprego e o governo queria a expansão da etnia japonesa para outros lugares do mundo e também que a cultura japonesa fosse enraizada nas Américas, a começar pelo Brasil.
A maior parte dos imigrantes chegaram no decénio 1920-1930. Já não iam apenas trabalhar nas plantações de café, mas também desenvolveram o cultivo de morango, chá e arroz no Brasil.
Desta forma o Enredo: “Sol Nascente no Brasil”, será uma homenagem ao Japão pelos “Cem Anos de Imigração Japonesa para o Brasil”, e que dedica especial atenção ao género humano “pensamentos, formas de beleza, achados culturais e sentimentos”, que formam um elo entre o passado e o presente que marcam as diferenças entre os povos.
Como respeito dos discípulos que se curvam diante dos sábios para aprender lições de eternidade, a GRES Dá Que Falar faz um culto ao saber milenar do povo da casa do sol nascente, protegido pela Deusa Amaterasu na busca da compreensão de um Japão imemorial, pois derivada do extremo respeito ao próximo ditado pelas normas morais, o povo japonês é eterno, e sua história é de uma riqueza inigualável, um esplendor.
Esta fonte de riqueza cultural, mística e natural, nos enche de um mar de estórias e histórias, desdobrando aspectos da sua origem, cultos e símbolos incríveis que aplicados em toda sua forma de ser, implicam em um povo com as seguintes características: perseverante, dedicado, nostálgico, tradicional, educado, contemplativo, sincero, e acima de tudo tem a alma capaz de evocar o delicado florescer das cerejeiras, o encantamento do vôo de pássaros e borboletas, a subtileza dos jardins de pedras e areias, o refinamento das cerimónias do chá e guardadas na antiga arte dos IKEBANA, e na parte teatral o grande destaque vai o KABUKI, entre muitos outros.
O Japão é uma nação de ideologia milenar, que já participou de muitas transformações e muitas lutas até chegar a ser a segunda maior economia mundial.
Do seu Hino nacional aos festivais de férias, todos mostram que o Japão é um país de muita força, e muito patriotismo. Vamos conhecer um pouco desse arquipélago que para muito ainda é um mistério. A cultura milenar da crença de serem descendentes protegidos da Deusa Amaterasu; fez de seu povo orgulhosos guerreiros. A ocidentalização extinguiu a classe dos Samurais, mas o caldo cultural para o nascimento de um novo Japão já estava formado.
Havendo receptividade e difusão da cultura japonesa, estaremos a promover um novo casamento, sem desfazer o anterior, onde a força da alma brasileira e japonesa seja pelas luzes condutoras desta caminhada cultural, que os corações falem sem calar a razão e celebrem a ponte cultural a estreitar os laços que unem o Brasil e o Japão.
Seja como for este Enredo lança, um apelo supremo à razão em prol da ideia de uma humanidade unida e fraternal, visando sempre à paz mundial.
Banzai
Carnaval 2008
Comissão da Frente: O cultivo do Café
Passistas: Ikebana
Destaque das Passistas: Madame Bonsai
Ala Mista I: Origami
Destaque da Ala Mista: Dragão de Origami
Mestre – Sala e Porta – Bandeira: Imperador Real
Ala Mista II: Kabuki
Destaque da Ala Mista: Madame Butterfly
Carro de som: Cantores: Monges Budistas
Madrinha de Bateria: Deusa Amaterasu;
Bateria: Samurais
Baianas: Gueixas
Ala Mista III: Artes Marciais: Ninjas (capoeira)
Carro Alegórico: A passagem do tempo
Destaques: 12 Signos do Zodíaco
Autores do Enredo
Filipe Almeida e Rui Fialho
Projecto Gráfico
Filipe Almeida e Tatá Pires
Carnavalesco
Carlos Quindera e Sandra Castela






